Sentiu ESSA DOR? Procure Ajuda Imediatamente! Pode ser do INFARTO!

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As Características da Dor que Preocupa o Médico

O cardiologista avalia sete pontos principais quando um paciente se queixa de dor no peito. O primeiro ponto é o tipo da sensação relatada. Dores em aperto, peso ou queimação geram grande preocupação clínica. Alguns pacientes sentem como se um elefante estivesse pisando em seu peito. Esse sinal clássico chama-se sinal de Levine. Embora pontadas e agulhadas sejam comuns em dores musculares, o médico investiga tudo. Toda dor no peito deve receber avaliação profissional até a exclusão de causas graves. [01:02]

A Localização da Dor e Possíveis Irradiações

O local onde a dor ocorre ajuda muito no diagnóstico preciso. O coração pode projetar dor da região da orelha até a boca do estômago. Por isso, uma dor forte no estômago nem sempre indica apenas gastrite. Ela pode sinalizar um infarto ou um quadro de angina estável. A dor também pode surgir nas costas, mandíbula, queixo ou braços. O médico avalia tanto o lado esquerdo quanto o lado direito do tórax. [03:07]

O Momento do Surgimento e a Duração dos Sintomas

Saber quando a dor aparece é fundamental para o raciocínio médico. Dores que surgem durante esforço físico ou estresse emocional são alarmantes. Subir escadas, correr ou ter relações sexuais são gatilhos que sugerem problemas cardíacos. Já dores que mudam conforme a posição do corpo costumam ser musculares. Quanto ao tempo, dores que duram de 5 a 20 minutos são típicas de angina. Dores de poucos segundos ou que persistem por dias inteiros tendem a ser menos graves. [05:27]

Sintomas Associados que Indicam Gravidade

Alguns sinais corporais acompanham a dor e reforçam o risco de infarto. O suor frio e a palidez súbita indicam que o organismo está em sofrimento. Náuseas, vômitos e sensação de desmaio também exigem atenção imediata. O médico observa se houve alteração brusca na pressão arterial durante a crise. A combinação desses sintomas com a dor no peito forma um quadro de alerta máximo. [09:18]

Histórico Familiar e Fatores de Risco Individuais

O histórico pessoal e familiar define o nível de risco do paciente. Ter pressão alta, diabetes ou colesterol elevado aumenta as chances de problemas coronários. O tabagismo e a obesidade também são fatores que agravam o cenário clínico. Além disso, a genética conta muito na avaliação do cardiologista. Se parentes próximos tiveram infarto jovens, o cuidado deve ser redobrado. O médico analisa cada caso de forma individualizada e criteriosa. [10:59]

O Que Faz a Dor Melhorar

A forma como a dor cessa oferece pistas valiosas sobre sua origem. A dor do infarto ou angina geralmente melhora quando o paciente entra em repouso. Se o esforço causa a dor e o descanso a alivia, o risco é alto. Esse padrão de “piora no esforço e melhora na pausa” é muito característico. O diagnóstico final cabe sempre ao médico após exames físicos e complementares. [12:35]